Sinto sede.
Mas não levo minhas mãos até a água da fonte.
Sinto fome.
Mas não mordo o pão que me é oferecido.
Pergunto-me o porquê de tanta covardia;
o porquê de tanto medo.
Não sei o que pensar.
Só sei que continuo com sede...
continuo com fome...
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