Penas...
Brancas, pretas, cinzas, verdes, com manchas...
Sejam elas de corujas, pombas e papagaios
ou qualquer outra ave que assim como nós deixa seus rastros nos espaços urbanos...
são sempre belas, sempre confortantes
talvez pela bela dança que elas nos proporcionam ao caírem
ou pelo simples fato destas penas nos ludibriarem
nos fazendo acreditar que são rastros de anjos errantes
que andam a passos largos por esse inferno de pedra que chamamos de estrutura civil

