A chuva cai, molhando a areia já seca pelo recuo.
A chuva cai, balançando as folhas das arvores.
Banhando os prédios e vias.
Mas a chuva não para a cidade.
A chuva não para a estrada que insiste em subir o morro.
A chuva não faz com que o som do violino de rua, se torne audível.
A chuva não traz a natureza intrínseca a ela.
O sonho da natureza continua a ser vendido.
Enquanto a natureza se torna cada dia mais um sonho.
